Casamento Thaís & Rafael

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O meu fascínio por ritos me faz suspeitar que, numa outra vida, é possível que eu tenha sido um sacerdote ou um feiticeiro. Hoje, pouca gente sabe o que são. Um rito acontece quando um poema, achando que as palavras não bastam, se encarna em gestos, em comida e bebida, em cores e perfumes, em música e dança. O rito é um poema transformado em festa!
Escrevo hoje para os que casam, por medo de que, fascinados por um rito, se esqueçam do outro… Porque, caso não saibam, é desse outro rito, esquecido, que o casamento depende. O primeiro rito, sobre que todos sabem, e para o qual se fazem convites, é feito com pedras, ferro e cimento. O outro ritual se faz com o vôo das aves, com água, espuma e bolhas de sabão. Secreto, para ele não há convites, nem lugar certo, nem hora marcada: simplesmente acontece. Não precisa de altares. Pode ser a sombra de uma árvore, um carro, uma cozinha, um banco de jardim, um vagão de trem, um aeroporto, uma mesa de bar, uma caminhada ao luar... Não há promessas para amarrar o futuro. Há confissões de amor para celebrar o presente. Rubem Alves
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